O McDia Feliz, uma ação em prol da saúde infantojuvenil, ganhou destaque na rede social global Twitter no sábado passado, 28 de agosto, quando as palavras "McDiaFeliz", "BigMac" e a tag "#McDiaFeliz" foram as mais repercutidas pelos internautas de todo o planeta.
"A campanha pela saúde de crianças e adolescentes no Brasil, que se realiza em diversos países, é organizada no Brasil pelo Instituto Ronald McDonald, a rede de restaurantes McDonald's, fornecedores, franqueados e mais de 30.000 voluntários com um objetivo específico de apoiar associações na luta pela cura do câncer infantojuvenil. Hoje, a campanha brasileira é a terceira maior em todo o mundo, ficando apenas atrás dos Estados Unidos e Canadá", reforça o gerente geral do Instituto Ronald McDonald no Brasil, Roberto Mack. "Entretanto, é preciso lembrar que lá há mais de 15.000 restaurantes e no Brasil somos cerca de 580 atualmente", orgulha-se Mack, que trabalha na instituição há mais de dez anos.
A decisão de entrar nas redes sociais de forma pró-ativa com posts que atendam as expectativas do público que as acessa foi tomada pela Diretoria de Comunicação e Relações Institucionais do McDonald's há cerca de 3 meses, e os resultados têm sido muito animadores, segundo Alessandra Ber, Gerente de Comunicação da Arcos Dourados, empresa que opera a marca McDonald´s no
Brasil: "hoje já temos 6000 seguidores e este número cresce dia a dia. Encontramos nas redes sociais, em especial no Twitter, um canal de diálogo rápido com diversos públicos, o que nos permite agilidade e uma relação personalizada com o mercado".
No caso do McDia Feliz, a maior ação social nacional de captação de recursos especificamente voltada para a saúde infantojuvenil, a proposta nas redes sociais era criar uma onda nestas novas ferramentas de comunicação, gerando repercussão online e imediata para tudo que envolvesse o tema, em tempo real. A campanha foi implementada em parceria com a Agência Ideal, que faz a gestão da atuação do McDonald´s nas redes sociais no país.
"Nossa estratégia foi a de explorar os fatos da campanha num crescente, unindo os Twitters do McDonald´s (@mcdonalds_br), do Instituto Ronald McDonald (@institutoronald) e McDia Feliz (@mcdiafeliz). Começamos com as apresentações dos programas, como as quatro Casas Ronald McDonald do Brasil, que hospedam crianças e jovens em tratamento com um acompanhante, evoluimos para a criação de um Twibonn, demonstrando a adesão dos internautas e seguimos para um 'twittaço' sobre o tema", diz Alessandra Ber. Só o Twibonn, lançado em 16 de agosto, teve a adesão de cerca de mil pessoas em poucos dias.
No dia 27 de agosto, véspera do McDia Feliz no Brasil, foi realizada uma coletiva sobre o assunto com a presença de jornalistas, twitteiros e blogueiros. Nessa mesma manhã, a tag #McDiaFeliz já entrou nos 10 principais tópicos de São Paulo. No dia seguinte, data oficial da campanha, os Twitters do McDonald´s (@mcdonalds_br), do Instituto Ronald McDonald (@institutoronald) e McDia Feliz (@mcdiafeliz) logo ficaram entre os primeiros do Brasil. À medida que os Twitters de outras organizações e de Casas Ronald McDonald de outros países aderiam ao evento, os termos "McDia" e "BigMac" cresciam, chegando a figurar entre os 10 principais do mundo em poucas horas, com mais de 26 mil menções. Já as fotos de personalidades que aderiram à causa, comparecendo aos restaurantes da rede no país, foram visualizadas por 10 mil internautas apenas nesse dia.
Para a empresa, este exemplo mostra a qualidade de seus seguidores e a importância de interagir com esse público de forma pró-ativa, transparente e contínua, pois isso contribui fortemente com o conhecimento que o mercado tem sobre a marca, permitindo uma relação saudável e construtiva.
Saiba mais sobre o Instituto Ronald Mcdonald
* Release da assessoria
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Novo Marketing é Relações Públicas

* Rodrigo Cogo
Quando se começa a ler os conceitos fundamentais da área de relações públicas, uma das habilitações dentro do universo acadêmico da Comunicação Social, é possível deparar-se com todas as previsões de futuristas e especialistas de mídias sociais. O lado social das marcas, os novos modelos de interação, a co-criação e a co-produção e outras variantes colaborativas estão no escopo de RP. Isto ficou ainda mais claro com palestra do norte-americano Brian Solis na quarta edição do Digital Age 2.0, realizado nos dias 18 e 19 de agosto de 2010 no Sheraton WTC Hotel em São Paulo/SP, ainda mais quando ele começa dizendo: “há uma nova métrica no marketing, chamada engajamento, a obtenção do envolvimento das pessoas”. Para ele, “não é o que você diz que conta, mas é a experiência que as pessoas contam que interessa”.
Presidente da FutureWorks, Solis é especialista em convergência de PR, Mídia e Social Media. É também colunista dos blogs TechCrunch e Mashable e autor do livro Engage!, que trata sobre mídia social e o trabalho de Relações Públicas das empresas. Além disso, é cofundador do Social Media Club e membro do Media 2.0 Workgroup, além de manter o blog. “O desafio das agências de relações públicas não é diferente do desafio de todas as agências de comunicação, incluindo marcas, publicidade e marketing. O futuro está na capacidade de reconhecer e priorizar os canais de maior importância, aliada à aptidão para conectar os principais pontos entre as marcas, os consumidores e os indivíduos que influenciam as tendências e a tomada de decisões”, disse Solis em entrevista ao IDG!Now. Segundo ele, uma boa dica para as empresas que querem interagir com os consumidores nas redes sociais é concentrar esforços e recursos em redes de relevância, ou seja, aquelas em que sua presença realmente contribui com a comunidade. E ainda aconselha que os valores, finalidade e responsabilidade social, por exemplo, sejam trabalhados dentro e fora das redes sociais, inspirando atividades online e offline.
Na visão do especialista, as relações entre marcas e pessoas não criavam conexões como agora as redes permitem. O que ele chama de “last mille" é a tendência à socialização do negócio, com a consolidação de um outro “p” no famoso composto de marketing: as pessoas. Mas seria muito mais que conversação, e sim confiança. As Ciências Sociais estão na base da compreensão destas questões, porque tudo parte do indivíduo e dele em interação, construindo experienciações. “Mídias sociais é mais sobre Sociologia e Psicologia do que tecnologia”, arremata. Se hoje as pessoas são definidas por suas conexões, é bom lembrar que elas mudam de acordo com o tema, o que torna o cenário complexo. O conteúdo, assim, deixa de ser o rei para dar lugar ao contexto. Solis entende que o mapeamento de influência é uma parte fundamental do trabalho com marcas, e isto não significa ir atrás da popularidade, mas sim na capacidade de inspirar e encadear uma determinada opinião junto a vários interlocutores. É uma relação de compartilhamento e de desenvolvimento de capital social.
O marketing das redes sociais maneja com conceitos como influência, interação, ideação e inteligência, com a complexidade de ter uma nova dinâmica de comunicação onde os papéis dos interagentes altera-se e a relevância é algo a ser conquistado todo dia. Pior ainda que diversas pessoas (na ordem de 70% dos atuantes em redes) nunca interagem, apesar de manterem perfis nos canais, e assim fica mais difícil saber com quem se está tratando de fato. Ele recriou a sigla CEO, agora significando Chief Editor Office, em que o presidente passaria a ser um grande orquestrador de conteúdo e de contextos, envolvendo as pessoas certas e instaurando uma rede contextual de efetivos influenciadores. A partir daí, pode haver uma reação, sobremaneira porque as redes sociais envolvem um alto grau de emoção, com liberação de substâncias no corpo humano semelhantes ao que acontece na relação mãe e filho ou dono e animal de estimação. Empatia é chave na rede social, diz o palestrante, e só o merecimento durável de status faz diferença.
Há alguns indicadores sugeridos pelo consultor para monitorar a capacidade de ressonância de uma narrativa de marca e de consolidação da capilaridade e da influência: relevância, resiliência e significância. Mais do que repetição de algo em determinado canal e espaço de tempo limitado, a lógica das redes sociais envolve uma persistência maior e uma multipresença com postura de conversar um a um sempre que necessário. “Este é o momento de definir quem você é, qual seu capital social e como você inspira. É você que define a sua experiência e a sua influência e faz ou não diferença no mundo”, sentenciou Solis.
Na sequência da maratona de atividades do evento, organizado pela Now!Digital Business com o instigante tema “Ideias para um mundo em transformação”, não foi diferente: diversos profissionais brasileiros e estrangeiros parecem apostar cada vez mais em relacionamentos dialogados a longo prazo do que em seduções informativas passageiras. Basicamente, a indicação é que estratégias de comunicação utilizem as redes de relacionamento na web para obter o melhor resultado no gerenciamento das marcas. Pelo que se viu, a tentativa é derrubar os últimos paradigmas do velho mundo analógico da publicidade e do marketing e colocar em discussão o presente e o futuro da comunicação, considerando como cenário definitivo uma realidade totalmente conectada. Palestras de Clara Shih, autora do livro "The Facebook Era" e fundadora/CEO da Hearsay Labs, especializada em soluções de gestão e métricas corporativas em redes sociais; Andrea Harrison, vice-presidente da Razorfish, responsável pela divisão de Social Influence Marketing e especialista em inteligência competitiva sobre mídias sociais e mercados verticais; e Shiv Singh, diretor de marketing digital da Pepsico North America e autor do livro “Social Media for Dummies”, vão ser tratadas em textos complementares.
* Texto do RP Rodrigo Cogo - Conrerp SP/PR 3674 -Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Fórum A Bordo da diversidade estratégica nas organizações
Na próxima quinta-feira, 19/08, a equipe do blog A Bordo da Comunicação realiza seu segundo Fórum com o tema: "A Bordo da diversidade estratégica nas organizações".Programação :
- 14h30 Welcome Coffee.
- 15h00 Início das palestras:
- Maria Aparecida Ferrari: Cultura, Comunicação e diversidade: elementos intrínsecos.
- Gládis Henne Eboli: Grupos de Ativismo e as estratégias de comunicação das organizações.
- Marta Dourado: Comunicação e gênero.
- Cleber Neumann: Diversidade Cultura na IBM
- 17h00 Mesa-redonda para perguntas e debate com os palestrantes
- 17h30 Sorteios
A Bordo da diversidade estratégica nas organizações
Data: 19 de Agosto de 2010
Horário: 14h30 às 18h
Local: Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado – FECAP – Liberdade – São Paulo/SP. Av. Liberdade, 532 – Liberdade – CEP 01502-001 – São Paulo/SP
Evento grátis, com emissão de certificado. Inscreva-se aqui.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Curso de Prospecção em Propaganda
Sempre achei que deveria ter um curso desses e agora fico sabendo que a A APP , Associação dos Profissionais de Propaganda, promove a terceira edição do Curso de Prospecção de Contas e de Novos Negócios.
O curso será em São Paulo, entre os dias 24 e 26 de agosto, das 19h30 às 22h, no auditório da APP, na capital paulista, com o tema: "Como desenvolver uma carteira de clientes”
Ministram o curso:
Serviço:
Curso de Prospecção de Contas e de Novos Negócios: Como desenvolver uma carteira de clientes
Data: 24, 25 e 26 de agosto – 3 encontros, com total de 7 horas de curso
Hora: das 19h30 às 22h
Local: Auditório da APP - Rua Hungria, 664 – 12º andar
Adesão: R$ 450,00 (sócios) | R$ 750,00 (não sócios) – em até 3 parcelas
Informações: appbrasil@appbrasil.org.br ou pelo telefone: (11) 3813-0188
* Dica de release Casa do Bom Conteúdo
O curso será em São Paulo, entre os dias 24 e 26 de agosto, das 19h30 às 22h, no auditório da APP, na capital paulista, com o tema: "Como desenvolver uma carteira de clientes”
Ministram o curso:
- Mauro Sato, 28 anos de experiência no meio publicitário, que tem no currículo passagem pelas agências Ogilvy&Mather, Young&Rubicam, Leo Burnett, Talent e McCann;
- Reginaldo Andrade, Diretor de Projetos Especiais da Editora Globo, professor de Planejamento de Comunicação e Mídia na FAAP e também acumula 20 anos de atuação na área de atendimento de empresas como Editora Abril, Editora Azul, TV Gazeta, RaeMP Comunicação entre outras.
Serviço:
Curso de Prospecção de Contas e de Novos Negócios: Como desenvolver uma carteira de clientes
Data: 24, 25 e 26 de agosto – 3 encontros, com total de 7 horas de curso
Hora: das 19h30 às 22h
Local: Auditório da APP - Rua Hungria, 664 – 12º andar
Adesão: R$ 450,00 (sócios) | R$ 750,00 (não sócios) – em até 3 parcelas
Informações: appbrasil@appbrasil.org.br ou pelo telefone: (11) 3813-0188
* Dica de release Casa do Bom Conteúdo
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Inovação por Guy Kawasaki
Peguei de última hora o link para o evento que a LG estava transmitindo pelo Facebook. Foi o lançamento da ação Life’s Good Lab, plataforma interativa, desenvolvida pela Y&R e pela Energy. O projeto foi elaborado para ser um fórum de idéias e envolve temas que vão do luxo à evolução do bem-estar e passa por conteúdos relativos a educação e trabalho.
Infelizmente entrei nas palavras finais do Walter Longo, mas o que ouvi foi suficiente para acreditar que disse muita coisa relevante. Para Walter Longo, a palavra chave desta época que vivemos é: completar. Nossas ações devem fazer diferença no mundo em que vivemos. Longo disse que ainda que devemos entrar no mundo tecnológico apaixonados, envolvido... nossa alma deve ser digital. E sentencia: “São as pessoas do “por que, não”? que farão a diferença. Os “rebeldes” é que fazem a inovação. “
Antes da palestra master do dia, o apresentador chamou as profissionais da Oficina de Estilo para falar sobre o novo luxo. Em conceitos simples elas disseram que o novo luxo é vida com mais tempo, cuidar do corpo, viver com inteligência.
Em seguida veio a palestra do Guy Kawasaki, consultor americano para Inovação. Confesso que ainda não tinha ouvido nenhuma palestra dele. Ele fala sobre conceitos básicos que devem liderar em inovação:
1- Faça sentido
As grandes inovações são feitas por pessoas que querem fazer algo com significado.Antes de pensar em dinheiro, os inovadores pensam em algo para melhorar o mundo em que vivem.
2- Crie um mantra
Nada de slogans grandes, missões e valores no quadro. Faça slogans com três letra que indiquem ações reais. Um exemplo que ele deu: Nike – Just do it!
3- Vire na próxima curva
Tire seu negócio da linha linear em que está, pense em como pode torná-lo diferente. Pense no seu consumidor e não no seu produto.
4- Erre
Não tenha medo de falhar, falhar faz parte do aprimoramento do seu produto.
5- Deixe que o produto cresça
Nem sempre o mercado recebe seu produto da maneira com que ele foi planejado. Deixe que o mercado conduza seu crescimento.
6- Polarize as pessoas
As pessas pertencem a dois pólos: amam ou odeiam. Seu produto não vai agradar a todos. Respeite a polarização do consumidor.
7- Inove
É preciso criar algo único e com valor.
8- 10-20-30
Uma apresentação deve ter no máximo 10 slides, o apresentador falar vinte minutos e as letras devem ter tamanho 30 . Menos informação na tela e mais na fala.
9- Não ouça os chatos/idiotas
Não deixe os chatos, os pessimistas, os desanimados desmotivarem. Só um perdedor, pode dar ouvido a outro. Acredite no seu potencial.
10- Faça o marketing, usem mantras de 3 palavras, planejem., façam a curva e não deixem os idiotas lhe desmotivarem. Lembre-se que as pessoas são mais parecidas que diferentes no mundo todo.
Infelizmente entrei nas palavras finais do Walter Longo, mas o que ouvi foi suficiente para acreditar que disse muita coisa relevante. Para Walter Longo, a palavra chave desta época que vivemos é: completar. Nossas ações devem fazer diferença no mundo em que vivemos. Longo disse que ainda que devemos entrar no mundo tecnológico apaixonados, envolvido... nossa alma deve ser digital. E sentencia: “São as pessoas do “por que, não”? que farão a diferença. Os “rebeldes” é que fazem a inovação. “
Antes da palestra master do dia, o apresentador chamou as profissionais da Oficina de Estilo para falar sobre o novo luxo. Em conceitos simples elas disseram que o novo luxo é vida com mais tempo, cuidar do corpo, viver com inteligência.
Em seguida veio a palestra do Guy Kawasaki, consultor americano para Inovação. Confesso que ainda não tinha ouvido nenhuma palestra dele. Ele fala sobre conceitos básicos que devem liderar em inovação:
1- Faça sentido
As grandes inovações são feitas por pessoas que querem fazer algo com significado.Antes de pensar em dinheiro, os inovadores pensam em algo para melhorar o mundo em que vivem.
2- Crie um mantra
Nada de slogans grandes, missões e valores no quadro. Faça slogans com três letra que indiquem ações reais. Um exemplo que ele deu: Nike – Just do it!
3- Vire na próxima curva
Tire seu negócio da linha linear em que está, pense em como pode torná-lo diferente. Pense no seu consumidor e não no seu produto.
4- Erre
Não tenha medo de falhar, falhar faz parte do aprimoramento do seu produto.
5- Deixe que o produto cresça
Nem sempre o mercado recebe seu produto da maneira com que ele foi planejado. Deixe que o mercado conduza seu crescimento.
6- Polarize as pessoas
As pessas pertencem a dois pólos: amam ou odeiam. Seu produto não vai agradar a todos. Respeite a polarização do consumidor.
7- Inove
É preciso criar algo único e com valor.
8- 10-20-30
Uma apresentação deve ter no máximo 10 slides, o apresentador falar vinte minutos e as letras devem ter tamanho 30 . Menos informação na tela e mais na fala.
9- Não ouça os chatos/idiotas
Não deixe os chatos, os pessimistas, os desanimados desmotivarem. Só um perdedor, pode dar ouvido a outro. Acredite no seu potencial.
10- Faça o marketing, usem mantras de 3 palavras, planejem., façam a curva e não deixem os idiotas lhe desmotivarem. Lembre-se que as pessoas são mais parecidas que diferentes no mundo todo.
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