A Four Thoughts, agência experimental de Publicidade e Propaganda, montada por 3 alunos da Universidade Sagrado Coração de Bauru-SP: Welffeckler Pereira dos Santos Bittencourt, Mateus Gonçalves Gomes e Henrique Gonçalves Gomes, faz parte do projeto Supergame, onde os alunos montam equipes e desenvolvem trabalhos publicitários sem fins lucrativos.
Pensando em uma ação para mobilizar a população de Bauru-SP e também trabalhar a responsabilidade social e ambiental, surgiu a ação Eco-Toys: brinquedos feitos a partir de materiais recicláveis, buscando estimular a criatividade de crianças e adultos e ajudar a preservar os recursos naturais.
A Ação Eco-toys terá 3 etapas:
1) Ação de Guerrilha no Orkut – Criação de uma comunidade chamada Eco - Toys Bauru
2) Ação de viral/guerrilha no centro de Bauru
3) Doação dos brinquedos criados em escolinhas e creches carentes de Bauru
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terça-feira, 10 de maio de 2011
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Pepsico e Sustentabilidade
Estive ontem, dia 06/12, em Itú no Café com Sustentabilidade, um encontro da Pepsico com blogueiros de temas variados: de cozinha, moda, comunicação à sustentabilidade. São eles no twitter: @pepsicobrasil @cybelemeyer @evandrocesar @sustentabilizar @maitelemos @aquinacozinha @blogdati @cozinhapequena @mabegalli @alinekelly @lidifaria @tuliomalaspina @vanerodrigues @virts @mundodastribos @samegui @gnsbrasil, eu a @marciaceschini. No encontro também estavam Mônica Kleina, Relações Públicas e do Departamento de Comunicação e Reconhecimento da Pepsico, Rafael Sustentabilidade Pepsico , Talita -menor aprendiz da Pepsico, Adriana Souto da Souto Crescimento de Marca, Cyntia Dalvia, jornalista para a Pepsico e Suzana Gonçalves da Agência Ideal agência da Pepsico para mídias sociais.O interesse da Pepsico é criar e divulgar a prática da sustentabilidade em todos os públicos que a formam em sua cadeia produtiva, desde os fornecedores das matérias primas até o consumidor final, conforme nos disse Andreza Araújo, Gerente de Sustentabilidade da empresa na América Latina.
Para o público interno e internautas, a empresa criou a Gincana Sustentável. Já com os fornecedores agrícolas a equipe de sustentabilidade vai até eles ensinando práticas sustentáveis e
economicamente viáveis ao processo.
Durante a visita na fábrica, conhecemos a produção da Ruffles e soubemos dica interessantes como: a batata é utilizada no máximo até 12 horas que chega do produtor, depois disso é descartada; a cada uma hora eles fazem testes de qualidade das batatas; todos os descartes como cascas, e defeitos são vendidos para outras indústrias que os transformam em ração animal.
Sobre novas ações de sustentabilidade, Andreza nos contou que conheceu uma casa na Colômbia, feita com embalagens snacks e vão utilizar a ideia em um projeto piloto em 2011. Mais detalhes sobre o projeto?Aguardemos a Pepsico ;D
* Aqui o momento em que nos preparamos para conhecer a produção. Primeira equipe de 10 pessoas: Evandro, Virts, Juliana, eu, Sam e Cybele. Tinha também o Paulo e o Rafael da Pepsico que não estão na foto.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Sustentabilidade em eventos deve ser compreendida de modo sistêmico

* Rodrigo Cogo
É falando em sustentabilidade em eventos como algo sistêmico e com gestão realizada com compromisso e responsabilidade em todas as fases e processos que o administrador André Dornelles tem conquistado plateias e aproximado mais um setor de negócios da tripla visão de perenidade e eficiência, articulando olhares econômicos, sociais e ambientais. E foi assim que ele causou impacto junto a mais de 150 profissionais de comunicação, marketing e organização de eventos, reunidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial/SENAC no lançamento de parceria com a Associação de Marketing Promocional/Ampro no dia 12 de agosto de 2010 no Senac Consolação.
Administrador de empresas, consultor especializado em sustentabilidade e leis de incentivo fiscal e sócio-diretor de planejamento da empresa Apó Soluções Consultoria e Comunicação, Dornelles está há 12 anos neste enfoque de formatação de marcas sob a inspiração da sustentabilidade. Já realizou projetos especiais para organizações como Banco Bradesco, Petrobras, Mercedes-Benz, Governo do Estado de São Paulo, Prefeitura Municipal de São Paulo, Pirelli, Unesco e TAM. Para o especialista, não há nada mais agressivo que a postura do mercado em trabalhar com uma espécie de obsolescência planejada na produção e uma obsolescência perceptiva na comunicação e no design. Por isto, ele fala em atitude sistêmica, significando a abrangência de determinados princípios em todos os atos organizacionais, como redução da pobreza, busca de qualidade de vida, poupança de recursos naturais, destinação correta de resíduos e produção limpa. A intenção é esclarecer sobre a aplicação permanente do ciclo repensar, reduzir, reutilizar e reciclar, sendo que para tanto é necessário mudar a gestão sustentável para a própria vida das pessoas, antes de desejar qualquer transposição e conscientização corporativas.
A tarefa é difícil para todos os segmentos, porque envolve sair de uma zona de conforto e despertar para novas experiências e compartilhamentos. Segundo Dornelles, é exatamente a instauração de novos hábitos no mercado de organização de eventos que ele procura trazer à tona para criar uma nova cultura. E complementa: “é uma programação mental que precisa ser superada”, nem que seja acelerada pelo viés econômico: a sustentabilidade aumentando como influenciadora de compra. Eventos sustentáveis são aqueles que, necessariamente e de modo continuado, aplicam, em sua gama de processos e atividades, os princípios da sustentabilidade na concepção, preparação, organização, realização e pós-evento, atendendo a preocupações sociais, ambientais e econômicas. O consultor lista 10 orientadores no tema: compra consciente, minimização de resíduos, economia de água, eficiência energética, prevenção da poluição, conservação da biodiversidade, combate à pobreza e inclusão social, participação e comunicação, monitoramento e acompanhamento, e ainda garantia do legado positivo da sustentabilidade.
Este conjunto de perspectivas deve ser empregado para diversas áreas de atuação em eventos, como transportes e viagens, local do evento e hospedagem, bebidas e comidas, marketing e publicidade, brindes e merchandising, eventos paralelos, energia, água e saneamento, aquisições e bens de consumo e materiais e resíduos. A escolha dos fornecedores vai acabar sendo pautada por estes impactos.
NORMA ISO – Para mostrar que a discussão não está restrita ao país ou representa uma intenção esparsa de alguns profissionais, Dornelles falou da edição de uma norma internacional de qualidade. O Brasil e o Reino Unido, representados respectivamente pela Associação Brasileira de Normas Técnicas/ABNT e pela British Standards Institute/BSI, estão dividindo a liderança da elaboração de uma norma sobre sustentabilidade na gestão de evento, que deve levar a numeração ISO 20121 - Sustainability in Event Management. A publicação está prevista para janeiro de 2012, ano em que Londres sediará os Jogos Olímpicos. A realização de eventos como conferências, concertos, competições esportivas e festivais trazem uma série de benefícios sociais, econômicos e culturais. Ao mesmo tempo, a organização destes eventos pode gerar desperdícios consideráveis e causar impactos negativos ao meio ambiente. A nova norma fornecerá uma estrutura que envolverá o planejamento do evento, a definição do local para a sua realização, o padrão de funcionamento, meios de transporte, e o gerenciamento de fornecedores de serviços e insumos. Os primeiros passos no desenvolvimento da Norma Internacional já foram dados, baseados em dois documentos ingleses, e a estrutura conta com participantes de 30 países. A Comissão de Estudo Especial de Sustentabilidade na Gestão de Eventos na ABNT foi instalada em dezembro de 2009.
* Texto do RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674 - Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas , especial para o Oras Blog!
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Cidadania corporativa está na base de uma sociedade sustentável
* Rodrigo Cogo
Rodrigo esteve na sétima reunião de 2009 do Comitê de Sustentabilidade da ABERJE – que atualmente reúne as Associações Brasileiras de Comunicação Empresarial, Branding e Comunicação Organizacional – .
O encontro aconteceu no dia 4 de agosto em São Paulo/SP, quando apresentaram visões corporativas para o tema Alexandre Alfredo, diretor de Relações Institucionais da GE na América Latina, e Sergio Amoroso, presidente do Grupo Orsa, um dos maiores do setor de celulose, papel e embalagens. A coordenação foi do consultor e jornalista Ricardo Voltolini.
Com base no artigo de Cogo, destacamos:
O objetivo é claro: em sua visão de futuro consta estabelecer uma sociedade sustentável, que promova o bem-estar de todos sem comprometer as gerações futuras, buscando o equilíbrio no relacionamento entre pessoas, ambiente e negócios, sem desconsiderar as características locais e as especificidades de cada povo.
* Texto baseado no artigo do RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674 - Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas. O texto todo poderá ser lido no portal, a partir da semana que vem
Rodrigo esteve na sétima reunião de 2009 do Comitê de Sustentabilidade da ABERJE – que atualmente reúne as Associações Brasileiras de Comunicação Empresarial, Branding e Comunicação Organizacional – .
O encontro aconteceu no dia 4 de agosto em São Paulo/SP, quando apresentaram visões corporativas para o tema Alexandre Alfredo, diretor de Relações Institucionais da GE na América Latina, e Sergio Amoroso, presidente do Grupo Orsa, um dos maiores do setor de celulose, papel e embalagens. A coordenação foi do consultor e jornalista Ricardo Voltolini.
Com base no artigo de Cogo, destacamos:
- Paulo Nassar - diretor-geral da ABERJE Paulo: assinalou que o comunicador é um ser político e intelectual, e neste sentido precisa dar conta da complexidade dos comportamentos e das dinâmicas sociais. Com isto, afasta-se bastante da visão instrumental e técnica que se via no cotidiano das organizações para virar um pensador. Referindo-se ao nível de importância de todos os interlocutores, sem supremacias de poder, no estabelecimento das políticas de relacionamento corporativo, ele destaca que “não dá para responder às demandas atuais em mesas quadradas, com o mito do justo e do injusto”.
- Alexandre Alfredo, diretor de Relações Institucionais da GE na América Latina: assinala os pilares da atuação da empresa, baseados no ser “glocal”, em respirar inovação, construir relacionamentos e ampliar a marca, exercendo a cidadania corporativa através de um comportamento pró-ativo na proposta de ser um bom cidadão. O modelo de negócio envolve ser rentável (performance econômico-sustentável), trabalhar de maneira ética e fazer a diferença através da criatividade.
- Sergio Amoroso - presidente e principal acionista do Grupo Orsa - formado pelas empresas Orsa Celulose, Papel e Embalagens, Jari Celulose, Orsa Florestal e Fundação Orsa – demonstrou que o tema está em seu DNA...A força do Grupo Orsa está na integração das suas quatro empresas, que fabricam desde produtos de origem florestal, como madeira e celulose, até embalagens de papel e papelão, com alto valor agregado. As empresas atuam em sinergia com base em um modelo de negócios inovador, que incorpora os princípios de sustentabilidade em todas as suas decisões estratégicas. A Orsa Celulose, Papel e Embalagens faz papel para embalagens, chapas e embalagem de papelão ondulado; a Jari Celulose é responsável pela fabricação de celulose de mercado; a Orsa Florestal tem produtos madeireiros com certificação ambiental e a Fundação Orsa faz atuação social, com ênfase na geração de renda e na sustentabilidade. São 8,7 mil empregos diretos e indiretos.
O objetivo é claro: em sua visão de futuro consta estabelecer uma sociedade sustentável, que promova o bem-estar de todos sem comprometer as gerações futuras, buscando o equilíbrio no relacionamento entre pessoas, ambiente e negócios, sem desconsiderar as características locais e as especificidades de cada povo.
* Texto baseado no artigo do RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674 - Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas. O texto todo poderá ser lido no portal, a partir da semana que vem
Assunto
Comunicação,
eventos,
sustentabilidade
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Chat da Fundação Bungue
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Unomarketing - Comunicação Consciente: Feira e Seminário Internacional de Marketing Sustentável.
Acontece a partir de amanhã, dia 02 e vai até dia 04 de junho, o Unomarketing - Comunicação Consciente: Feira e Seminário Internacional de Marketing Sustentável.
O eventp é uma realização da Feccomércio e lança o debate sobre o papel dos profissionais do setor no atual cenário mundial.
Serviço:
Unomarketing - Comunicação Consciente: Feira e Seminário Internacional de Marketing Sustentável.
Data: 02, 03 e 04 de junho de 2009
Local: Fecomercio – São Paulo / SP
Programa e informações no site
* Dica de Rodrigo Cogo, via Mundo RP
O eventp é uma realização da Feccomércio e lança o debate sobre o papel dos profissionais do setor no atual cenário mundial.
Serviço:
Unomarketing - Comunicação Consciente: Feira e Seminário Internacional de Marketing Sustentável.
Data: 02, 03 e 04 de junho de 2009
Local: Fecomercio – São Paulo / SP
Programa e informações no site
* Dica de Rodrigo Cogo, via Mundo RP
terça-feira, 19 de maio de 2009
Como criar um evento sustentável
Acontece dia 26/05, na sede da AMPRO, um encontro cm profissionais do setor, para aprender como se faz um evento sustentável.Serviço
Como criar um evento sustentável
Data: 26/05
Horário: das 19h00 às 22h00
Local: Rua Padre garcia velho, 73, 11º andar - Pinheiros - SP
Para mais informações, clique aqui
* Dica de Rodrigo Cogo, via Mundo RP
quinta-feira, 5 de março de 2009
Marketing Sustentável
Acontecerá de 02 a 04/06, a Feria de marketing Sustentável.Para ver a programação, clique na imagem para ampliá-la.
Maiores informações, no site.
Assunto
eventos,
Marketing,
sustentabilidade
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Lançamento com sustentabilidade
O guaraná Kuat Eko, da Coca Cola, será lançado agora no começo de março, com uma proposta diferente, totalmente baseada na sustentabilidade.Além das garrafas que foram projetadas para usar menos material e assim, diminuir a utilização de recursos ambientais na produção e posterior decomposição, a Coca Cola contratou a agência Santa Clara para criar a campanha.
A sacada interessante da agência, foi acompanhar o mote ecologia em tudo, inclusive distribuindo folhetos de divulgação em um papel inovador, com brinde de sementes prensadas e um vasinho, saco com terra e uma pazinha para plantio.
Além disso, a própria embalagem continua a campanha trazendo mensagens de incentivo à reciclagem: "Renove seu mundo. Comece reciclando esta lata" ou "Renove seu mundo. Comece reciclando esta garrafa", sempre acompanhadas do endereço do site da nova bebida, que foi formulado para oferecer dicas diárias de renovação e sustentabilidade: www.kuateko.com.br e traz também um canal de comunicação, o Disk Eco.
* Fonte Portal da Propaganda
Assunto
campanha,
propaganda,
sustentabilidade
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Urso de guerrilha
Olha essa escultura em tamanho real do urso, o filhote e iceberg que os ingleses estão vendo no rio Tâmisa.A ação de guerrilha é de um canal de TV que será lançado em Londres e chama atenção para o aquecimento global.
* Fonte G1
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Panorama de Sustentabilidade
Acontece dia 15/12, a partir das 9h00, na FGV Rio de Janeiro.Clique na imagem para ampliá-la.
Mais informações no site.
Assunto
Comunicação,
eventos,
sustentabilidade
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Sustentabilidade precisa ser transversal

* Rodrigo Cogo
A ABERJE – que hoje reúne as Associações Brasileiras de Comunicação Empresarial, Branding e Comunicação Organizacional – realizou a sexta reunião do Comitê de Sustentabilidade no dia 11 de novembro de 2008 na Casa do Saber em São Paulo/SP. Na ocasião, Francisco Valim, presidente da Serasa, e Sonia Favaretto, superintendente de Sustentabilidade, Comunicação Interna e Institucional do Banco Itaú, debateram com 60 profissionais sobre princípios, valores e cultura que norteiam as práticas de sustentabilidade das organizações.
Sonia Favaretto, superintendente de Sustentabilidade, Comunicação Interna e Institucional do Banco Itaú, dimensiona o trabalho do banco:
- são 25 projetos desenvolvidos pela Fundação Itaú Social
- mais de 165 parcerias e apoio a instituições, com investimentos de R$ 35,6 milhões (dados 2007),
- 219 eventos realizados pelo Itaú Cultural, reunindo mais de 279 mil pessoas nas ações em sua sede (investimentos em 2007 de R$ 35 milhões).
- Mas a grande conquista está na inserção do conceito permeando os processos cotidianos de ação, numa adesão individual para a causa coletiva
- seis principais responsabilidades do grupo, repassadas pela matriz muito embora a unidade brasileira esteja à frente em vários projetos,
- envolvem criar benefícios sociais e econômicos através de produtos e serviços,
- informar e capacitar consumidores,
- ser um bom empregador para todos,
- minimizar tanto quanto possível os impactos ambientais associados ao negócio
- e desempenhar um papel ativo na regeneração econômica e social nas comunidades
* Texto parcial, adaptado do artigo do RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674 - Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas. O texto todo estará no portal depois de 05/12.
Assunto
eventos,
responsabilidade social,
sustentabilidade
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Sustentabilidade é um modo de agir

* Rodrigo Cogo
Melhorar a imagem institucional por meio de ações de responsabilidade social, utilizadas como ferramentas para incluir a sustentabilidade na agenda das organizações. Esta foi a idéia central de conferência organizada pela IBC - International Business Communications (www.informagroup.com.br) no dia 4 de novembro de 2008 no Hotel Quality Moema em São Paulo/SP. Foram sete relatos de experiência com as perspectivas e novas práticas na área, reunindo uma platéia de quatro estados distintos.
Coube ao advogado Antônio Carlos Araújo, da Editora Trevisan, falar sobre o cenário que leva as empresas a investir cada vez mais em causas sociais, visando a manter empreendimentos saudáveis. ....
A responsabilidade social empresarial teria então algumas pressões externas: as leis (legislação ambiental, trabalhista, Código de Defesa do Consumidor, Sarbannes-Oxley, Princípios do Equador), as sociais (aumento do consumo consciente, crescimento do conceito de cidadania, atuação das ONG’s) e ainda aquelas originárias do ambiente de negócios (movimento internacional de fusões e aquisições, concessão de crédito vinculada a critérios de sustentabilidade, postura mais ativa dos investidores institucionais, seletividade sobre rede de fornecedores). De uma abordagem anterior em que a idéia era assegurar lucro transferindo ineficiências ao preço do produto, descartar resíduos de maneira mais fácil e econômica, protelar investimentos em proteção ambiental e cumprir a lei no que seja essencial, evitando manchar a imagem, o que resultava numa visão de meio-ambiente como área-problema, a sociedade atinge outro nível de maturidade. Agora, a proposta é assegurar o lucro controlando custos pelas perdas e ineficiências, valorizar e maximizar a reciclagem, destinar corretamente os resíduos, investir em melhoria de processo e da qualidade ambiental dos produtos, antecipar-se às leis, projetando uma imagem avançada, com uma visão de meio-ambiente como oportunidade.
CASES – Sérgio Serapião, diretor executivo da Via Gutenberg – consultoria de desenvolvimento social e educacional, relatou o trabalho feito para a Mapfre, uma cooperativa agrícola espanhola que tem negócios na área de seguros, sendo a maior da América Latina e a terceira do mundo. Ele enfocou as soluções encontradas para viabilizar financeiramente um programa de responsabilidade social corporativa com resultados visíveis. O Global Business Barometer do jornal The Economist, em 2007, apontou falta de alinhamento conceitual na área entre organizações mundiais. A ausência de parâmetros avaliatórios é outro emperramento para a valoração do tema, que se torna alvo de corte na ocorrência de crises. Pesquisa da própria Via Gutenberg com os 50 maiores grupos privados brasileiros indica que 64% dão prioridade para o assunto, mas a difusão da terminologia também se constata (36% chamam sustentabilidade, 34% responsabilidade social empresarial e 30% para outras várias possibilidades). Ele aposta no termo “Responsabilidade Social Corporativa” como resposta corporativa, com fins lucrativos, a questões sociais e ambientais provocadas por atividades primárias ou secundárias da empresa, num conceito alinhado ao International Institute for Management Development/IMD, da Suíça.
* Texto parcial do artigo do RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674 - Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas. O texto completo estará no portal a partir de 27/11.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Comitê da Sustentabilidade
Acontece amanhã, 11/11, a partir das 8h30, a sexta reunião do Comitê da Sustentabilidade, na Casa do Saber em São Paulo/SP.
O evento é uma realização da Aberje e contará com as presenças de: Francisco Valim, presidente da Serasa e Sonia Favaretto, superintendente de Sustentabilidade, Comunicação Interna e
Institucional do Banco Itaú.
Os convidados debaterão sobre os princípios, valores e cultura que norteiam as práticas de sustentabilidade das organizações.
Informações e inscrições pelo site da Aberje, ou com Emily Stalder pelo email: emily@aberje.com.br ou telefone 11-3662-3990.
* Dica de Rodrigo Cogo
O evento é uma realização da Aberje e contará com as presenças de: Francisco Valim, presidente da Serasa e Sonia Favaretto, superintendente de Sustentabilidade, Comunicação Interna e
Institucional do Banco Itaú.
Os convidados debaterão sobre os princípios, valores e cultura que norteiam as práticas de sustentabilidade das organizações.
Informações e inscrições pelo site da Aberje, ou com Emily Stalder pelo email: emily@aberje.com.br ou telefone 11-3662-3990.
* Dica de Rodrigo Cogo
Assunto
Comunicação,
eventos,
sustentabilidade
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Sustentabilidade precisa ser eixo estratégico
* Rodrigo Cogo
Disseminar as melhores práticas, levantando tendências do mercado e oferecendo material teórico para implementar discussões, e ao mesmo tempo em aumentar a rede de relacionamento dos participantes a partir de perspectivas diferenciadas de desenvolvimento de trabalhos. Esta é a proposta dos comitês criados pela ABERJE – que atualmente reúne as Associações Brasileiras de Comunicação Empresarial, Branding e Comunicação Organizacional – comprovada pela quinta reunião temática sobre Sustentabilidade realizada no dia 23 de outubro de 2008 na Casa do Saber em São Paulo/SP. Na ocasião, estiveram presentes 60 profissionais para ouvir as considerações de José Luciano Penido, diretor-presidente da Votorantim Celulose e Papel/VCP, e Tereza Cristina de Rozendo Pinto, gerente de Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social da Eletrobrás.
Na estrutura de governança da entidade, estão presentes os comitês como fóruns privilegiados de discussão direta entre profissionais das empresas associadas. O acesso é gratuito e já estão também em andamento grupos de Comunicação Interna, Comunicação Digital, Memória Empresarial, Relações Governamentais e Desenvolvimento Profissional. Os encontros sobre sustentabilidade, em específico, coordenados pelo consultor e publisher da revista Idéia Sócio-Ambiental, jornalista Ricardo Voltolini, sempre contam com um executivo responsável pela área e um presidente de organização com estrutura modelar para apresentação das experiências. “Criar uma massa crítica sobre o tema e estabelecer uma memória na área estão entre nossas propostas”, reitera Voltolini.
O setor de papel e celulose no Brasil comporta 220 empresas em 17 estados e 450 municípios, com uma área plantada de 1,7 milhão de hectares (destes, 75% é de eucalipto) e uma área de florestas nativas preservadas de 2,8 milhões de hectares. Esta indústria exporta US$ 4,7 bilhões por ano e gera um número de empregos diretos na ordem de 110 mil, o que a posiciona como a 6º maior em celulose de todos os tipos e a 1º em eucalipto no ranking mundial. José Luciano Penido, que deu início aos trabalhos, é diretor-presidente da Votorantim Celulose e Papel desde 2004. Formado em Engenharia de Minas pela Universidade Federal de Minas Gerais, tem 30 anos de experiência no setor industrial, com passagem pela Samarco Mineração. Possui ampla experiência em gestão empresarial e políticas de recursos humanos, além de ser um grande entusiasta das práticas de responsabilidade social e sustentabilidade no Brasil. É membro do conselho do Instituto Ethos, da Fundação Dom Cabral e do CEATS-USP. A VCP emprega mais de 2700 pessoas e produz um volume total superior a 1.500 toneladas.
Penido explica o que acabou se tornando a principal lição da manhã: é fundamental o CEO colocar a sustentabilidade no centro da estratégia de negócios da empresa, para ai sim criar valor econômico, ambiental e social, percebido por todos os públicos e ainda manter diálogo transparente e verdadeiro com vários interlocutores. Neste sentido, o aumento da abrangência de abordagem e importância dos stakeholders é evidente, saindo dos públicos primários tradicionais – como funcionários, acionistas, fornecedores, Governo e imprensa – e alcançando opositores e até públicos ilegítimos, que seriam os movimentos ou as figuras que não existem juridicamente e por vezes podem estar à margem da lei. “São ambientes e atores que influenciam o negócio e tornam mais complexo e dinâmico”, destaca ele, justificando a colocação do tema no eixo da estratégia.
Reconhecendo que há cerca de 50 anos a indústria de papel era muito poluente, de outro lado aponta que hoje ela trabalha com uma das matérias-primas mais renováveis. Minerais, por exemplo, tem ciclo de reposição de centenas de milhões de anos, diferente das florestas plantadas com ciclo de colheita de sete anos e possibilidade de convivência com outras culturas no período, e mesmo criação de gado. Assim, as denúncias de “deserto verde” pela redução da diversidade de plantio são rebatidas com muita informação, atendendo as especificidades dos agentes, como as lideranças religiosas, os produtores rurais, os governos e a imprensa, tendo como argumentos, entre outros, a proteção do solo e das nascentes e o seqüestro de carbono com amenização do clima. Daí que se vê a relevância da comunicação dirigida e especializada. A sustentabilidade na VCP está baseada no impacto frente a cinco elementos da natureza, nomeados como a água, o ar, a energia, a terra e as pessoas, que são balizadores de todos os processos industriais. A empresa é a melhor do mundo em utilização racional de água e desenvolve várias práticas internacionais, com diversas certificações, o que é ainda mais reconhecido pela posse de uma base florestal com 145 mil hectares de áreas preservadas nos estados do Mato Grosso do Sul e de São Paulo
Penido exemplificou a ação social da empresa, entre outros projetos, pelo Corredor Ecológico do Vale do Paraíba, uma proposta de interligação de áreas dos remanescentes florestais da Mata Atlântica em São Paulo, permitindo o trânsito de animais e espécies vegetais e possibilitando que a vida natural em uma determinada região não se isole em áreas restritas. O método permite a conservação dos recursos hídricos e do solo e contribui para o equilíbrio do clima e da paisagem. A participação da empresa como apoiadora parte da constatação de que o protagonismo precisa ser da sociedade, e não sob o viés do criador da idéia ou dos patrocinadores, e assim obter o engajamento no nível necessário. Reflorestar 150 mil hectares em 10 anos é o desafio do projeto, sendo 30 mil hectares destinados a plantio de eucaliptos, por meio de ações integradas às dinâmicas sociais locais, que promovam o desenvolvimento econômico e social, com valorização da cultura regional. Na ocasião, o diretor-geral da ABERJE, Paulo Nassar, já anunciou a adesão da entidade no Corredor, mobilizando os associados do Capítulo Vale do Paraíba em evento até o final do ano.
Na finalização do depoimento, Penido explicou o panorama da inserção da responsabilidade social empresarial na VCP, sempre iniciada pela liderança do CEO, mas com níveis gerenciais alinhados aos conceitos de Sustentabilidade, com amplo envolvimento do grupo de Comunicação, inclusive em treinamento na Fundação Dom Cabral, com permanente discussão nos ciclos de planejamento estratégico. São auto-aplicados os Indicadores Ethos e realizados relatórios no modelo da Global Reporting Initiative, além de ter sido implantado um Código de Conduta Votorantim. O presidente ainda relata a criação de Gerência Geral de Sustentabilidade, de um Comitê de Sustentabilidade regulador e de Ouvidoria do Código de Conduta, afora a inserção da empresa nos índices ISE Bovespa e Dow Jones Sustainability Index. “Uma ação sustentável na empresa não nasce sem a presença do CEO”, insiste ele, não havendo dissociação entre estratégia, planos e linguagem. Para tanto, sugere uma gestão integrada de recursos humanos, em que todos sejam e sintam-se responsáveis por todos os setores e causas.
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* Texto parcial do RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674 - Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas
Disseminar as melhores práticas, levantando tendências do mercado e oferecendo material teórico para implementar discussões, e ao mesmo tempo em aumentar a rede de relacionamento dos participantes a partir de perspectivas diferenciadas de desenvolvimento de trabalhos. Esta é a proposta dos comitês criados pela ABERJE – que atualmente reúne as Associações Brasileiras de Comunicação Empresarial, Branding e Comunicação Organizacional – comprovada pela quinta reunião temática sobre Sustentabilidade realizada no dia 23 de outubro de 2008 na Casa do Saber em São Paulo/SP. Na ocasião, estiveram presentes 60 profissionais para ouvir as considerações de José Luciano Penido, diretor-presidente da Votorantim Celulose e Papel/VCP, e Tereza Cristina de Rozendo Pinto, gerente de Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social da Eletrobrás.
Na estrutura de governança da entidade, estão presentes os comitês como fóruns privilegiados de discussão direta entre profissionais das empresas associadas. O acesso é gratuito e já estão também em andamento grupos de Comunicação Interna, Comunicação Digital, Memória Empresarial, Relações Governamentais e Desenvolvimento Profissional. Os encontros sobre sustentabilidade, em específico, coordenados pelo consultor e publisher da revista Idéia Sócio-Ambiental, jornalista Ricardo Voltolini, sempre contam com um executivo responsável pela área e um presidente de organização com estrutura modelar para apresentação das experiências. “Criar uma massa crítica sobre o tema e estabelecer uma memória na área estão entre nossas propostas”, reitera Voltolini.
O setor de papel e celulose no Brasil comporta 220 empresas em 17 estados e 450 municípios, com uma área plantada de 1,7 milhão de hectares (destes, 75% é de eucalipto) e uma área de florestas nativas preservadas de 2,8 milhões de hectares. Esta indústria exporta US$ 4,7 bilhões por ano e gera um número de empregos diretos na ordem de 110 mil, o que a posiciona como a 6º maior em celulose de todos os tipos e a 1º em eucalipto no ranking mundial. José Luciano Penido, que deu início aos trabalhos, é diretor-presidente da Votorantim Celulose e Papel desde 2004. Formado em Engenharia de Minas pela Universidade Federal de Minas Gerais, tem 30 anos de experiência no setor industrial, com passagem pela Samarco Mineração. Possui ampla experiência em gestão empresarial e políticas de recursos humanos, além de ser um grande entusiasta das práticas de responsabilidade social e sustentabilidade no Brasil. É membro do conselho do Instituto Ethos, da Fundação Dom Cabral e do CEATS-USP. A VCP emprega mais de 2700 pessoas e produz um volume total superior a 1.500 toneladas.
Penido explica o que acabou se tornando a principal lição da manhã: é fundamental o CEO colocar a sustentabilidade no centro da estratégia de negócios da empresa, para ai sim criar valor econômico, ambiental e social, percebido por todos os públicos e ainda manter diálogo transparente e verdadeiro com vários interlocutores. Neste sentido, o aumento da abrangência de abordagem e importância dos stakeholders é evidente, saindo dos públicos primários tradicionais – como funcionários, acionistas, fornecedores, Governo e imprensa – e alcançando opositores e até públicos ilegítimos, que seriam os movimentos ou as figuras que não existem juridicamente e por vezes podem estar à margem da lei. “São ambientes e atores que influenciam o negócio e tornam mais complexo e dinâmico”, destaca ele, justificando a colocação do tema no eixo da estratégia.
Reconhecendo que há cerca de 50 anos a indústria de papel era muito poluente, de outro lado aponta que hoje ela trabalha com uma das matérias-primas mais renováveis. Minerais, por exemplo, tem ciclo de reposição de centenas de milhões de anos, diferente das florestas plantadas com ciclo de colheita de sete anos e possibilidade de convivência com outras culturas no período, e mesmo criação de gado. Assim, as denúncias de “deserto verde” pela redução da diversidade de plantio são rebatidas com muita informação, atendendo as especificidades dos agentes, como as lideranças religiosas, os produtores rurais, os governos e a imprensa, tendo como argumentos, entre outros, a proteção do solo e das nascentes e o seqüestro de carbono com amenização do clima. Daí que se vê a relevância da comunicação dirigida e especializada. A sustentabilidade na VCP está baseada no impacto frente a cinco elementos da natureza, nomeados como a água, o ar, a energia, a terra e as pessoas, que são balizadores de todos os processos industriais. A empresa é a melhor do mundo em utilização racional de água e desenvolve várias práticas internacionais, com diversas certificações, o que é ainda mais reconhecido pela posse de uma base florestal com 145 mil hectares de áreas preservadas nos estados do Mato Grosso do Sul e de São Paulo
Penido exemplificou a ação social da empresa, entre outros projetos, pelo Corredor Ecológico do Vale do Paraíba, uma proposta de interligação de áreas dos remanescentes florestais da Mata Atlântica em São Paulo, permitindo o trânsito de animais e espécies vegetais e possibilitando que a vida natural em uma determinada região não se isole em áreas restritas. O método permite a conservação dos recursos hídricos e do solo e contribui para o equilíbrio do clima e da paisagem. A participação da empresa como apoiadora parte da constatação de que o protagonismo precisa ser da sociedade, e não sob o viés do criador da idéia ou dos patrocinadores, e assim obter o engajamento no nível necessário. Reflorestar 150 mil hectares em 10 anos é o desafio do projeto, sendo 30 mil hectares destinados a plantio de eucaliptos, por meio de ações integradas às dinâmicas sociais locais, que promovam o desenvolvimento econômico e social, com valorização da cultura regional. Na ocasião, o diretor-geral da ABERJE, Paulo Nassar, já anunciou a adesão da entidade no Corredor, mobilizando os associados do Capítulo Vale do Paraíba em evento até o final do ano.
Na finalização do depoimento, Penido explicou o panorama da inserção da responsabilidade social empresarial na VCP, sempre iniciada pela liderança do CEO, mas com níveis gerenciais alinhados aos conceitos de Sustentabilidade, com amplo envolvimento do grupo de Comunicação, inclusive em treinamento na Fundação Dom Cabral, com permanente discussão nos ciclos de planejamento estratégico. São auto-aplicados os Indicadores Ethos e realizados relatórios no modelo da Global Reporting Initiative, além de ter sido implantado um Código de Conduta Votorantim. O presidente ainda relata a criação de Gerência Geral de Sustentabilidade, de um Comitê de Sustentabilidade regulador e de Ouvidoria do Código de Conduta, afora a inserção da empresa nos índices ISE Bovespa e Dow Jones Sustainability Index. “Uma ação sustentável na empresa não nasce sem a presença do CEO”, insiste ele, não havendo dissociação entre estratégia, planos e linguagem. Para tanto, sugere uma gestão integrada de recursos humanos, em que todos sejam e sintam-se responsáveis por todos os setores e causas.
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* Texto parcial do RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674 - Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Comite Aberje Sustentabilidade
Acontece amanhã, dia 23/10, na Aberje. Clique na imagem para ampliá-la.Data: 23.10
Horário: das 08h30 às 11h30
Local: Casa do Saber - R. Dr. Mário Ferraz, 414
Inscrições aqui
* Dica de Milene Gonçalvez via grupo MetRóPole
Assunto
eventos,
responsabilidade social,
sustentabilidade
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Revista Negócio Sustentável
Ontem foi lançada a primeira edição da revista Negócio Sustentável. O novo veículo, como o nome sugere, é voltado para o tema sustentabilidade dentro dos negócios e tem como público-alvo executivos de grandes empresas públicas e privadas.
A revista é uma publicação da Ombrello Editora, e terá tiragem inicial de sete mil exemplares, distribuídos gratuitamente ao público selecionado.
Para a segunda edição, a previsão de tiragem irá a mais de 10 mil exemplares, desse número, 3 mil serão distribuídos em bancas estrategicamente definidas de acordo com os principais pólos empresariais das metrópoles, e terá loja no site para venda de assinaturas aos leitores que se interessarem em receber periodicamente a publicação.
O preço de capa é R$15 e a periodicidade bimestral.
* Fonte PropMark
A revista é uma publicação da Ombrello Editora, e terá tiragem inicial de sete mil exemplares, distribuídos gratuitamente ao público selecionado.
Para a segunda edição, a previsão de tiragem irá a mais de 10 mil exemplares, desse número, 3 mil serão distribuídos em bancas estrategicamente definidas de acordo com os principais pólos empresariais das metrópoles, e terá loja no site para venda de assinaturas aos leitores que se interessarem em receber periodicamente a publicação.
O preço de capa é R$15 e a periodicidade bimestral.
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