Acontece dia 18/06, o XI Fórum de Gerenciamento de Informações e Pesquisa de Mercado, no Park Plaza, em São Paulo.
O evento é uma realização da ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) e apresentará uma visão antropológica do comportamento do consumidor no varejo do País, com análise das principais tendências no consumo das classes A, B e C.
As inscrições podem ser feitas pelo site , pelos telefones 0800-124588 ou (11)3283-4588, ou pelo e-mail eventos@aba.com.br
* Fonte Portal da Propaganda
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quarta-feira, 10 de junho de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Mini curso de Pesquisa em Relações Públicas
Acontecerá nos dias 30/04 e 01/05, o mini curso A Pesquisa nas Relações Públicas e na Comunicação Organizacional, durante o III Congresso da ABRAPCORP, com o John Franklin Arce, Engenheiro de Software e Doutor (Ph.D.) em Estatística e Ciência da Computação pela Universidade de Toronto, Canadá.
Serviço:
A Pesquisa nas Relações Públicas e na Comunicação Organizacional
Data : 30 de abril - 15h às 19h e 1º de maio - 9h às 13h
Local: FAPCOM - Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação - Rua Major Maragliano, 191
Vila Mariana, São Paulo, SP
Informações e incrições, Tel. 3091-2949, com Perolah ou pelo email: cursos@abrapcorp.org.br
* Dica de Rodrigo Cogo, via Mundo RP
Serviço:
A Pesquisa nas Relações Públicas e na Comunicação Organizacional
Data : 30 de abril - 15h às 19h e 1º de maio - 9h às 13h
Local: FAPCOM - Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação - Rua Major Maragliano, 191
Vila Mariana, São Paulo, SP
Informações e incrições, Tel. 3091-2949, com Perolah ou pelo email: cursos@abrapcorp.org.br
* Dica de Rodrigo Cogo, via Mundo RP
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
O consumidor brasileiro e a crise
Segundo pesquisa encomendada pela NovaS/B ao Ibope, os números para 2009, do consumidor brasileiro serão:
- 67% dos brasileiros diminuirão suas compras nos próximos meses para não se endividar ou para poupar. Os cortes nos gastos deverão afetar principalmente as vendas de carros, casas e eletrodomésticos.
- 55%, mais da metade da população - acredita que sua situação financeira individual deverá melhorar nesse período
- 34% acha que a economia do Brasil deverá ficar melhor do que está no próximo semestre.
Para essa amostragem, o Ibope entrevistou por telefone 1.400 pessoas acima de 16 anos entre os dias 28 de novembro e 1º. de dezembro em todas as regiões do país.
* Fonte Meio&Mensagem on line
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Futurecom - I parte
Nosso sempre antenado e mutiplicador de informações, Rodrigo Cogo, esteve no do 10 º Futurecom seminário internacional e espaço de exposições, organizado pela Provisuale no Transamérica Expo Center em São Paulo/SP, no final de outubro de 2008 e produziu artigos, que reproduzo em partes aqui.
1) Novo ambiente de negócios muda a comunicação
Um novo paradigma no ambiente de negócio das telecomunicações está em andamento: é a
comunicação móvel conectando as pessoas. A avaliação é que esta realidade cause profundas
alterações na dinâmica dos relacionamentos empresariais e mesmo pessoais. Ao final de 2008,
está previsto o patamar de 4 bilhões de usuários no mundo, num tempo inferior a 20 anos do
primeiro lançamento.
A idéia é de que o serviço de banda larga móvel supra a demanda reprimida existente entre os 42 milhões de brasileiros que possuem computadores e os 9 milhões de clientes da banda larga, sendo que apenas 800 mil deles utilizam o acesso de 3G da telefonia móvel. A aposta nesse novo cenário é para 2012, quando se estima que 55% dos dispositivos serão de terceira geração e o
serviço estará disponível para 2/3 do total de usuários de telefonia móvel no mundo.
2) Conheça o consumidor por estilo de vida
Entender melhor o mercado e vislumbrar formas de avançar ainda mais em termos de tecnologia e serviços, produzindo soluções, modelos de negócios e ofertas que se encaixem perfeitamente
nos desejos e necessidades dos usuários. Este é o sonho de qualquer empresa. O Ericsson Consumer Lab realizou uma pesquisa para definir quais as características predominantes e os estilos de vida dos usuários de serviços de comunicação no Brasil e no mundo.
A pesquisa realizada em 11 países durante o ano de 2008, com cerca de 16.000 pessoas, de 15 a 69 anos, apontou 8 tipos de estilos de vida dos usuários:
No Brasil foram feitas 1.200 entrevistas, definindo os estilos em:
1) Novo ambiente de negócios muda a comunicação
Um novo paradigma no ambiente de negócio das telecomunicações está em andamento: é a
comunicação móvel conectando as pessoas. A avaliação é que esta realidade cause profundas
alterações na dinâmica dos relacionamentos empresariais e mesmo pessoais. Ao final de 2008,
está previsto o patamar de 4 bilhões de usuários no mundo, num tempo inferior a 20 anos do
primeiro lançamento.
A idéia é de que o serviço de banda larga móvel supra a demanda reprimida existente entre os 42 milhões de brasileiros que possuem computadores e os 9 milhões de clientes da banda larga, sendo que apenas 800 mil deles utilizam o acesso de 3G da telefonia móvel. A aposta nesse novo cenário é para 2012, quando se estima que 55% dos dispositivos serão de terceira geração e o
serviço estará disponível para 2/3 do total de usuários de telefonia móvel no mundo.
2) Conheça o consumidor por estilo de vida
Entender melhor o mercado e vislumbrar formas de avançar ainda mais em termos de tecnologia e serviços, produzindo soluções, modelos de negócios e ofertas que se encaixem perfeitamente
nos desejos e necessidades dos usuários. Este é o sonho de qualquer empresa. O Ericsson Consumer Lab realizou uma pesquisa para definir quais as características predominantes e os estilos de vida dos usuários de serviços de comunicação no Brasil e no mundo.
A pesquisa realizada em 11 países durante o ano de 2008, com cerca de 16.000 pessoas, de 15 a 69 anos, apontou 8 tipos de estilos de vida dos usuários:
- Family Phoners, (17%),
- Basic Phoners (17%),
- In Touch Organizers (15%),
- Mainstream Materialists (15%)
- Experiencialists (12%),
- Mainstream Youth (9%),
- Pioneers Youth (9%)
- Careeirists (7%).
No Brasil foram feitas 1.200 entrevistas, definindo os estilos em:
- In Touch Organizers (16%),
- Basic Phoners (15%),
- Family Phoners (16%),
- Mainstream Materialists (14%),
- Experiencers (15%),
- Pioneer Youth (10%),
- Mainstream Youth (10%)
- Careeirists (4%).
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
A observação de tendências é a nova ênfase estratégica das organizações
* Rodrigo CogoTrata-se de antecipar desejos latentes dos consumidores para manter ou aumentar o volume dos negócios, buscar oportunidades e subsidiar inovações, estudar novos caminhos e estar aberto aos movimentos do mercado. Este foi um dos temas do 5º. Congresso Internacional de Comunicação com o Mercado/Cincom foi organizado pelo Centro de Estudos de Comunicação com o Mercado/Cenpro da FGV, nos dias 10 e 11 de setembro de 2008 em São Paulo/SP.
Raquel Siqueira, da InTouch Pesquisa e ex-integrante do Observatório de Tendências do IPSOS, fala com entusiasmo desta proposta de leitura dos desejos e humores da nossa época. Esta técnica consiste num estudo regular e bianual que serve de subsídio para análises e diagnósticos de pesquisas de mercado, conectando tendências locais, regionais e globais em um só estudo. “É entender os consumidores de maneira mais holística, sem fragmentar”, complementa.
Segundo ela, haveria três níveis de dados: os macro e temas transversais (fenômenos políticos, econômicos e sociais que tendem a ser contínuos – cenário, conjunto, contexto), as tendências propriamente ditas (inspiram determinados padrões de comportamento – onda, movimento, valor) e ainda as manifestações (reflexos desses comportamentos, bastante efêmeros – febre, moda). As tendências poderiam ser divididas em expansão, transformação ou de ponta, em evidência e em massificação de comportamento, dependendo da sua extensão. Como exemplo, cita o “toy art”, que foi uma manifestação de artistas jovens que, nos anos 70 e 80, passaram a ser colecionados, e depois designers vieram a criar seus próprios modelos e daí foram para a mídia em 2006, sendo usados hoje em jóias, customização de carros, desfiles de moda e ativação de produtos aproveitando o centenário da imigração japonesa. Explicando seu método, Raquel diz que está o tempo todo analisando e traçando cenários, com um senso aguçado de observação, para o que precisa de muita leitura de livros de pensadores deste século. Basicamente, a análise está centrada na pós-modernidade, ou na modernidade líquida, marcada pelo multiculturalismo, incertezas, volatilidade, imediatismo, fragmentação, excessos, subjetividade e transdisciplinaridade. Ela cita Bauman, pra afirmar que é a “busca pela liberdade num mundo incerto, incontrolável e assustador”.
Neste sentido, vê um momento de crise moral, de falta de referências e de fronteiras tênues. Como, para entender o contexto atual, a pesquisadora prega que é necessário entender o movimento histórico, começou a traçar algumas características das últimas décadas. Os anos 80 foram marcados pela abertura sexual, as mulheres no mercado de trabalho, os exageros na moda e as inovações tecnológicas, enquanto que nos anos 90 apareceu a geração workaholic, o neoconservadorismo por conta da AIDS, a globalização e o consumo complexo e a ascensão dos computadores pessoais. Depois, vieram as especulações sobre o novo milênio, a popularização da internet, a supervalorização do jovem. Se por um lado o “bug de 2000” não aconteceu, começou a era do terror em 2001, com enfraquecimento dos EUA e deflagração de uma ressaca mundial. “Chegamos a uma crise moral, diante de novos códigos, falta de referências, negação da realidade, tendência ao hedonismo”, aponta. Entre os humores do cenário atual, estariam a interação, a espontaneidade, a transparência, o escapismo, a conscientização pragmática, a euforia e o desejo de intensidade e ainda a hipervalorização da experiência. Na prática da comunicação, algumas intercorrências são constatadas, como o uso de “splash”, representando a sensação de extravasar, transcender e comemorar; a supremacia de uma temática infantil e colorida, com desenhos, cartoons, gimmicks e animação como forma de chegar ao universo fantástico e fazer experimentações; e ainda o aparecimento da interação explícita e direta do cidadão com o produto e sua comunicação ou sua simulação (letra manuscrita, grafite, narrativas e fotos reais, diagramas e fluxogramas em rascunho).
Raquel listou e explicou em detalhes as sete grandes tendências detectadas pelo IPSOS. A “ID Quest” é uma resposta à hiperconectividade, fazendo um volta às origens, recriando identidades e prolongando a infância, com sensação de nostalgia. Já a “Go Global” trata da vida sem fronteiras, da era da interrupção e da efemeridade. O “know your rights” traz consumidores mais críticos e diferenciados (consumo ético, de luxo, de nichos ultra-segmentados), e a “living well” é a necessidade de viver bem, com conforto, felicidade em pequenos prazeres diários, equilíbrio físico-mental-espiritual, com valorização da aparência jovial. A tendência “Maximum Exposure” é o rompimento do privado, a fixação em tratamentos estéticos, quebra de tabus, exibicionismo, fetiche, sendo que a “My Way” é a busca da exclusividade e da personalização, do estilo “faça você mesmo”, valorizando produtos artesanais, ênfase em narrativas individuais, expressão criativa inusitada. Por fim, o “Venus Fever” é a mudança de paradigmas sexuais, repúdio ao bélico e à competitividade excessiva, idéia da mulher possível e do homem caseiro e vaidoso, com ambos tendo uma relação saudável com o planeta. “Pra chegar a isto, há um apuro cotidiano do olhar, monitorando o peso das coisas. Mas é muito difícil de estudar”, confessa.
NOVO OLHAR - O pensador Massimo Cavenacci, da Facoltá di Scienze della Comunicazione da Itália, esteve no encontro pra falar sobre seus estudos relativos à “metrópole comunicacional”. Para ele, está havendo um transurbanismo, uma mudança muito forte da ordenação das grandes cidades, e por isto desenvolveu uma metodologia para enfrentar os novos contextos contemporâneos. Neste caminho, diz que as pessoas precisam “fazer-se olho”, olharem-se para si próprias e para os outros e o ambiente de uma maneira firme e intensa, entendendo sinais. Nas relações, vê-se hoje o multivíduo, ao invés do indivíduo, porque se constata que o plural de “eu” não é mais “nós” e sim “eus”, numa nova sensibilidade humana fragmentada e híbrida.
Cavenacci projetou uma série de trabalhos arquitetônicos no telão para evidenciar à platéia o cruzamento cada vez maior de uma visão mais convencional e encaixada das construções com as criações em forma certa, translúcidas e temporárias da atualidade, que intervêm no cotidiano e exigem um novo tipo de olhar. Nesta ótica, abordou ainda as tatuagens e as pixações. Para o estudioso, as identidades são mais fluidas, dada a alta intermediação digital, tornando-se mais ambíguas, transitórias, perturbadoras. O digital favorece a multisensorialidade. Daí que a marca contemporânea não tem produzido comunidades, que são estabelecidas sobre uma identidade fixa e dada, porque na verdade há identidades percebidas diferentemente. Ele sugere a busca pelos nichos de mercado, que requisitam suas próprias identidades.
* Texto especial para o Ors Blog!, com cobertura do RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674 -
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas
sábado, 13 de setembro de 2008
Como integrar mercadologia com etnografia
* Rodrigo CogoAs estratégias mercadológicas e a intersecção com os estudos etnográficos foi o tema da segunda parte de treinamento organizado pelo Comitê de Pesquisa da Associação Brasileira de Anunciantes no dia 28 de agosto de 2008 em sua sede em São Paulo/SP. As experiências do contratante Nestlé e suas aplicações reais de dados coletados no processo e ainda do Ibope Inteligência mostraram a efetividade da aproximação.
É preciso captar o rotineiro e o imponderável, não só o excepcional, sobremaneira porque algumas ações estão automatizadas e nem conseguem ser identificadas ou verbalizadas pelas pessoas. Com esta perspectiva, a diretora executiva de Atendimento e Planejamento do Ibope Inteligência, Laure Castelnau, falou do Círculo Etnográfico, este movimento de entrar na vida de alguém, tornar-se invisível e não ter envolvimento exagerado para captar detalhes e sensações relevantes que respondam aos objetivos da pesquisa.
Ela comenta que há uma intensa preparação do time observador com definição de papéis, postura ética e limites antes de ir ao campo para entrevista, observações e registros. Durante o processo, após cada visita, ela indica fazer uma pré-análise com troca de experiências, o que embasa o workshop final. Normalmente, não há identificação do contratante e a pontualidade é um ponto crucial, com pesquisadores vestidos com roupas adequadas ao perfil do estudado. É conveniente ter uma abordagem aproximativa com a pessoa, minimizando ansiedades e distanciamentos para dar maior fluidez ao processo. O sistema, por vezes, envolve mais de um pesquisador, podendo ser um especialista e um representante do cliente. O acompanhante ajuda a cobrir pontos esquecidos, colaborar com ganchos e controlar o tempo, afora fazer fotografias e até filmagens, além de registros escritos. São anotadas frases do entrevistado, dúvidas, pensamentos e análise de ambiente e clima, seguindo a trilogia “o que viu, ouviu e percebeu”.
Com as anotações, aplica-se uma codificação como feita sobre as transcrições da pesquisa qualitativa de grupos, selecionando frases e percepções semelhantes e/ou inusitadas. Na análise, os resultados não são lineares, mas subsidiam inovações e insights e definem padrões e tendências. De toda maneira, Laure indica que a subjetividade esteja presente, porque é um instrumento do pesquisador, em quem se deve de fato confiar. Tudo é consolidado num relatório com participação de todos os agentes. “É preciso agregar aprendizado à vivência, e o workshop final precisa ter foco”, finaliza.
PRÁTICA - Como proposta de crescer agressivamente no mercado de baixa renda nos próximos cinco anos, aprofundando conhecimento e entendimento deste público para subsidiar diretrizes estratégicas, a Nestlé escolheu a etnografia. A intenção era entender os valores, sonhos e expectativas de vida das pessoas, não focando em categorias de produto. Renata Ribeiro, gerente Consumer Intelligence da empresa, explicou como se deu à ida ao campo de 42 executivos-pesquisadores, distribuídos em quatro cidades, com acompanhamento de pessoas por dois dias.
A empresa visualizou oportunidades para valorizar a dona-de-casa como centro da família e como mulher, ajudando no planejamento orçamentário e buscando caminhos para facilitar acesso aos produtos da marca. Com a observação, detectaram a importância de mostrar de maneira didática o rendimento dos produtos e de agregar valores nutricionais. Surgiram daí iniciativas como aproveitar sobras, oferecer embalagens familiares, associar-se com cosméticos como brinde, montar uma cesta diversificada mais acessível, ter embalagens funcionais e reutilizáveis ou que funcionem como refil e utensílios ou até brinquedos. O sistema de distribuição passou a incluir o Porta-a-Porta, pessoas da própria comunidade que comercializam os produtos na sua vizinhança e geram experimentações e boca-a-boca, e ainda caminhões que são lojas exclusivas com toda a linha. “Foram ações, envolvendo toda a empresa e não só o marketing, que surgiram da etnografia”, destaca Renata. A etnografia ajudou a gerar hipóteses para investigação mais profunda sobre novas abordagens ou conhecimentos pré-existentes, sensibilizando a equipe para olhares complementares.
* Texto especial para o Oras Blog!, com cobertura do RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674 -
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
10 mandamentos do pesquisador Etnográfico
1. Seja primeiramente um observador
2. Respeite o contexto da observação
3. Seja objetivo e sem pré-conceito
4. Respeite seu objeto observado
5. Respeite o movimento do ambiente de sua observação
6. Tudo é relevante como informação
7. Quanto mais aberto o seu “approach”, melhor
8. Investigue sem confrontar
9. Não mude a rotina do respondente
10. Registre sempre tudo
Hy Mariampolsky
* Dica de Rodrigo Cogo
Hy Mariampolsky
* Dica de Rodrigo Cogo
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Como está o target infanto-juvenil?
Segundo a terceira edição da pesquisa Kids Experts, realizada pelo Cartoon Network, que aprofundou o estudo sobre o comportamento de meninos e meninas na faixa de sete a 15 anos. Os resultados mostram que é cada vez mais comum o uso simultâneo de canais de comunicação, informação e entretenimento.
Segundo o trabalho:
Segundo o trabalho:
- 73% dos pesquisados têm o hábito de combinar a utilização de diversos aparelhos, como a TV e o computador.
- o computador é o aparato mais utilizado em conjunto com outros canais, presente em 57,5% das combinações entre meios. O celular é o aparelho que leva mais tempo a ser incorporado, pois seu uso constante se registra a partir de nove ou dez anos de idade.
- 79% dizem desenvolver alguma outra atividade enquanto acessam, por exemplo, um site na Internet. A porcentagem de meninos com essa conduta de simultaneidade é de 70%. O trabalho mostra também que as meninas tendem a focar mais suas atividades em comunicação, ao passo que os meninos buscam mais o entretenimento.
- Cerca de 70% das garotas utilizam programas de comunicação instantânea. Das pesquisadas, 46% usam o MSN todos os dias, e 22% passam de uma a duas horas em atividades de comunicação por esse canal. No total, 23% das meninas declaram ter blog, fotolog ou videolog, contra 17% dos meninos.
- Os garotos estão mais focados em atividades de entretenimento. No total, 75% declararam ter videogame, e 65% já participaram de jogos online.
- A pesquisa mostra também que os meninos e meninas entram cada vez cedo em contato com o mundo digital. Das crianças entre sete e nove anos, 77% entraram pela primeira vez em um site de comunidade online quando ainda tinham entre cinco e oito anos de idade. Duas em cinco crianças consultadas já trocaram conteúdo de mídia na web. Cerca de 20% já postou algum vídeo no Youtube.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Da´- lhe internet
E quem faltava, agora migrou para a internet, mostrando que mais do que nunca o cyberespaço deve ser não só considerado, como mensurado e utilizado com profissionalismo total.
O IBOPE NET/Ratings lançou ma metodologia para coletar informações sobre o comportamento do usuário de redes sociais.
A ferramenta usada para coletar esses dados é o Coleta RS, uma parceria do IBOPE com a Universidade de São Paulo. Esse robô é programado para fazer um apanhado das comunidades do Orkut, com base em instruções dadas pelo Ibope.
Por enquanto, os números envolvem somente a plataforma de rede social Orkut, do Google, e as comunidades dentro dela. Segundo Alexandre Crivelaro, diretor de inovação do IBOPE, a idéia é melhorar a ferramenta gradativamente não só para alcançar outras redes, mas também realizar um trabalho qualitativo.
* Fonte Consumidor Moderno
O IBOPE NET/Ratings lançou ma metodologia para coletar informações sobre o comportamento do usuário de redes sociais.
A ferramenta usada para coletar esses dados é o Coleta RS, uma parceria do IBOPE com a Universidade de São Paulo. Esse robô é programado para fazer um apanhado das comunidades do Orkut, com base em instruções dadas pelo Ibope.
Por enquanto, os números envolvem somente a plataforma de rede social Orkut, do Google, e as comunidades dentro dela. Segundo Alexandre Crivelaro, diretor de inovação do IBOPE, a idéia é melhorar a ferramenta gradativamente não só para alcançar outras redes, mas também realizar um trabalho qualitativo.
* Fonte Consumidor Moderno
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Pesquisas eleitorais
Acontece dia 1º de julho, o 2º Workshop - Publicação de pesquisas eleitorais, em São Paulo, dirigido exclusivamente a jornalistas.
O evento é uma realização da ABEP (Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa) e visa auxíliar o trabalho dos profissionais envolvidos na cobertura dos processos eleitorais, desde a interpretação correta de resultados e intervalo de confiança, até metodologias, tipos diferentes de pesquisa, meios de coleta de dados, tipos de questionários etc.
* Fonte Portal da Propaganda
O evento é uma realização da ABEP (Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa) e visa auxíliar o trabalho dos profissionais envolvidos na cobertura dos processos eleitorais, desde a interpretação correta de resultados e intervalo de confiança, até metodologias, tipos diferentes de pesquisa, meios de coleta de dados, tipos de questionários etc.
* Fonte Portal da Propaganda
terça-feira, 22 de abril de 2008
3º Congresso Brasileiro de Pesquisa - Mercado opinião e Mídia
Começa hoje, 22/04 e vai até quinta feira, o 3º Congresso Brasileiro de Pesquisa - Mercado opinião e Mídia, que será realizado entre os dias 22 e 24/04.
O evento que acontece no Centro Empresarial em São Paulo, vai debater o papel da pesquisa de mercado, da opinião e da mídia no processo de desenvolvimento dos negócios e das transformações que provocam nos setores produtivos do País.
Informações e programação estão disponíveis no hotsite da organização.
* Fonte APP Ribeirão
O evento que acontece no Centro Empresarial em São Paulo, vai debater o papel da pesquisa de mercado, da opinião e da mídia no processo de desenvolvimento dos negócios e das transformações que provocam nos setores produtivos do País.
Informações e programação estão disponíveis no hotsite da organização.
* Fonte APP Ribeirão
Assunto
eventos,
mídia,
pesquisa,
propaganda
sábado, 1 de dezembro de 2007
Gestão de Embalagem
Acontece dia 11 de dezembro em São Paulo, o I Fórum Nacional de Gestão de Embalagem, realizado pelo Núcleo de Estudos de Embalagem da ESPM, com o apoio das empresas Fispal e Henkel e patrocínio da Owens Illinois.
Durante o encontro, serão abordados temas como:
Mais informações pelo (11) 5081-8222.
Durante o encontro, serão abordados temas como:
- a inovação estratégica de embalagem
- as novas tendências no comportamento do consumidor,
- além da apresentação da pesquisa “Gestão de embalagem no Brasil”.
- Francisco Gracioso, professor e membro do conselho da ESPM;
- Paulo Peres, presidente da Associação Brasileira de Embalagem (Abre);
- Antonio Cabral, coordenador do curso de pós-graduação em Engenharia de Embalagem da Mauá;
- Fabio Mestriner, coordenador do Núcleo de Estudos de Embalagem da ESPM;
- Paulo Carramenha, diretor presidente da GFK Indicator.
Mais informações pelo (11) 5081-8222.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Lista atualizada
O blog Monitorando fez recentemente uma lista de blogs de Portugal e Brasil de pesquisa em comunicação.
Aqui tem uma versão já com nova edição e novos blogs acrescentados. Caso queira incluir o seu, entre em contato com o Rogério Christofoletti, através do Monitorando.
Aqui tem uma versão já com nova edição e novos blogs acrescentados. Caso queira incluir o seu, entre em contato com o Rogério Christofoletti, através do Monitorando.
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