quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Inovação por Guy Kawasaki

Peguei de última hora o link para o evento que a LG estava transmitindo pelo Facebook. Foi o lançamento da ação Life’s Good Lab, plataforma interativa, desenvolvida pela Y&R e pela Energy. O projeto foi elaborado para ser um fórum de idéias e envolve temas que vão do luxo à evolução do bem-estar e passa por conteúdos relativos a educação e trabalho.

Infelizmente entrei nas palavras finais do Walter Longo, mas o que ouvi foi suficiente para acreditar que disse muita coisa relevante. Para Walter Longo, a palavra chave desta época que vivemos é: completar. Nossas ações devem fazer diferença no mundo em que vivemos. Longo disse que ainda que devemos entrar no mundo tecnológico apaixonados, envolvido... nossa alma deve ser digital. E sentencia: “São as pessoas do “por que, não”? que farão a diferença. Os “rebeldes” é que fazem a inovação. “

Antes da palestra master do dia, o apresentador chamou as profissionais da Oficina de Estilo para falar sobre o novo luxo. Em conceitos simples elas disseram que o novo luxo é vida com mais tempo, cuidar do corpo, viver com inteligência.

Em seguida veio a palestra do Guy Kawasaki, consultor americano para Inovação. Confesso que ainda não tinha ouvido nenhuma palestra dele. Ele fala sobre conceitos básicos que devem liderar em inovação:
1- Faça sentido
As grandes inovações são feitas por pessoas que querem fazer algo com significado.Antes de pensar em dinheiro, os inovadores pensam em algo para melhorar o mundo em que vivem.

2- Crie um mantra
Nada de slogans grandes, missões e valores no quadro. Faça slogans com três letra que indiquem ações reais. Um exemplo que ele deu: Nike – Just do it!

3- Vire na próxima curva
Tire seu negócio da linha linear em que está, pense em como pode torná-lo diferente. Pense no seu consumidor e não no seu produto.

4- Erre
Não tenha medo de falhar, falhar faz parte do aprimoramento do seu produto.

5- Deixe que o produto cresça
Nem sempre o mercado recebe seu produto da maneira com que ele foi planejado. Deixe que o mercado conduza seu crescimento.

6- Polarize as pessoas
As pessas pertencem a dois pólos: amam ou odeiam. Seu produto não vai agradar a todos. Respeite a polarização do consumidor.

7- Inove
É preciso criar algo único e com valor.

8- 10-20-30
Uma apresentação deve ter no máximo 10 slides, o apresentador falar vinte minutos e as letras devem ter tamanho 30 . Menos informação na tela e mais na fala.

9- Não ouça os chatos/idiotas
Não deixe os chatos, os pessimistas, os desanimados desmotivarem. Só um perdedor, pode dar ouvido a outro. Acredite no seu potencial.

10- Faça o marketing, usem mantras de 3 palavras, planejem., façam a curva e não deixem os idiotas lhe desmotivarem. Lembre-se que as pessoas são mais parecidas que diferentes no mundo todo.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Mídias Sociais: o começo ou o fim da mídia?

Com esse título provocativo a APP Bauru*, realizou hoje um fórum de debates sobre os novos caminhos da mídia.

Ao chegar no SENAC, sede do evento, descobri que a palestra seria transmissão simultânea da APP São Paulo. Na verdade, é o 20º Fórum de Debates organizado pelo APP (Associação dos Profissionais de Propaganda)e ocorreu no auditório do Grupo de Mídia de São Paulo.

Os debatores foram:
  • Jorge Did - Diretor do Google
  • Cris Rother, Diretora Executiva do Ibope Nielsen Online;
  • Brenda Fucuta, Diretora do Núcleo de Comportamento Feminino da Editora Abril;
  • Felipe Santos, Diretor de Mídia Digital da agência Africa e Membro da Divisão de Comunicação do Grupo de Mídia;
  • Maurício Tortosa, Consultor

    O debate iniciou com uma breve exposição de Cris Rother, sobre alguns dados do Ibope:
    - O Brasil tem 103% de crescimento na internet
    - 86% de penetração nas redes sociais, ficando atrás da Austrália e Itália, países mais atuantes nas redes sociais
    - As classes C, D e E representam 51% nas redes sociais
    - A palavra que representa essa nova mídia é share - vivenciamos a cultura do compartilhamento

    Em seguida tivemos a fala de Felipe Santos, da África. Ele focou mais em sua experiência com o Facebook, a mídia que mais se destaca nos EUA.
    Achei interessante que ele contou que o Facebook surgiu como informação local e com o objetivo de conexão. Sei bem que Mark Zuckerberg criou o Face, para os amigos de escola.

    Bruna Fucuta, foi a próxima com o case Capricho da Editora Abril. Mostrou como as mídias sociais ajudaram e tem ajudado a publicação bater o recorde de tiragem dos anos 90.
    OBS: meu único senão da palestra. Bruna não parece vivenciar o ambiente das mídias sociais na Abril. Posso estar enganada.

    Jorge Dib, um dos bons debatedores do dia, falou do poder do usuário nas redes sociais, da produção de conteúdo pelo usuário e que a informação se transforma em indicação e como consequência, relevância nas redes.
    Dib chamou a atenção para tomarmos cuidado com o nível de propaganda nas redes, devemos ser o menos invasivo possível para não perder audiência/usuário ou seguidores.Ele sugere que as ações criadas sejam interativas, com a opção do usuário passá-la para a frente ou não e deu exemplo da ação no Orkut, com propaganda quando ele faz o log off da conta. Essa ação deu um excelente resultado e o Google/Orkut está sem espaço para novos anúncios até o final do ano.

    Maurício Tortosa, que para mim, junto com Jorge Dib foi o melhor debatedor do dia, falou sobre fatores como privacidade nas redes, a influência que o consumidor exerce sobre percepção de marca e a fragmentação da mídia pelos novos modelos.
    Tortosa citou que nas redes sociais, o principal é a necessidade de engajamento da marca com seu consumidor (love brand) e que as marcas devem agir com inteligência de marketing social, monitorando, analisando e tendo insights.
    A última explanação de Maurício foi sobre as três variáveis que imperam nas mídias sociais: 1- quantas pessoas são atingidas/impactadas pela informações; 2 - a credibilidade que se adquire nas mídias sociais e 3- a relevância que a soma dos dois fatores resultam.


    O evento foi o primeiro simultâneo da APP Bauru, mas sugeri ao Diretor Edmilson Cabelo, que em um próximo realizemos debates locais com o público participante.
    Outro detalhe legal do evento é que foi beneficente, a entrada foi um kilo de alimento não perecível.

    Quero mais palestras!


    * O site está sendo reformulado.

terça-feira, 13 de julho de 2010

A internet e nossos filhos

Participei hoje, a convite da Sam Shiraishi, do chat com a apresentação do Bruno Rossini, da empresa de tecnologia Norton Brasil, sobre estudo que realizaram a respeito da navegação das crianças.

A pesquisa Norton On Family 2010, foi realizada em 14 países, entre eles o Brasil, com 2.805 crianças de 8 à 17 anos; 7.065 adultos, dos quais 1.667 eram pais de crianças na idade pesquisada.

Os dados são alarmantes, se pensarmos que as medidas preventivas são simples de serem executadas: muito diálogo, conversas sobre perigos reais da internet e acompanhamento constante das navegações dos filhos. E é claro, o bom e velho limite.

Alguns dados:
- As crianças passam em média 1,6 horas/dia navegando em sites, joguinhos ou em programas de mensagens instantâneas. As crianças brasileiras passam 18,3h/semana on line.

- Apenas 52% dos pais disseram que sabem mais ou menos o que seus filhos veem na internet.

- 62% das crianças já tiveram má experiência na internet

- 1/3 das crianças sentem medo, frustração e preocupação com o que vêem na internet

- 87% deles diriam aos pais se acontecesse ameaça física, porém 84% não contaria nada se sofresse ameaças on line

As dicas que o estudo dá para os pais, vai muito de encontro ao bom senso das famílias e o uso da internet por nossas crianças:

- Converse muito com seu filho sobre os perigos reais

- Só permita que adicione quem ele e você conhecem

- Certifique-se que ele lhe dirá se alguém on line quiser conhecê-lo pessoalmente

- É importante que seu filho confie e lhe conte tudo e saiba que pode contar com sua ajuda e compreensão

- Monitorar telefonemas e contas de telefones

- Não proibir o acesso às tecnologias

Parece simples, mas infelizmente tem pai que não se atenta. Fique de olho.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Comunicação Interpessoal e Construção de Relacionamento

E a Alertese traz mais um curso com Chana Vasco. O tema desta vez é Comunicação Interpessoal e Construção de Relacionamento.

O evento será no próximo dia 17/07, em Belo Horizonte - MG.


Serviço:
Comunicação Interpessoal e Construção de Relacionamento.
Data: 17/07
Horário : 09h as 16h
Local: Espaço cliente da Alertse Qualificação Profissional – Rua João Gualberto Filho 1351/ 403 – Cidade Nova - Belo Horizonte

Investimento: R$ 440,00 - Desconto de 50% para conveniados e 30% para estudantes de entidades não-conveniadas

* Dica via release da Alertese

segunda-feira, 5 de julho de 2010

No livro de Paulo Nassar

"Comunicação Todo Dia" é o título do novo livro e foi editada em conjunto pela Companhia Editora Nacional e Lazuli Editor.

Na obra, Nassar retoma 80 artigos publicados na revista eletrônica Terra Magazine entre abril de 2006 e abril de 2009, sempre na tarefa de aliar teoria e prática.

O tema divididos em duas partes:
1- Comunicação e Cotidiano: Política, Publicidade e Comportamento, Jornalismo e Ética e Economia
2- Comunicação Empresarial - estão os impasses da comunicação corporativa, os dramas das crises políticas, o lobby, a mestiçagem, a reputação, a memória, a publicidade, a comunicação pública e o jornalismo.


Serviço
Data: 14/07/2010
Horário: a partir das 18h30
Local: Livraria Cultura do Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2073 - piso térreo

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 11-3662-3990 com Nara Almeida, ou ainda pelo e-mail nara@aberje.com.br.

* Dica de Rodrigo Cogo, via Mundo RP